EDITORIAL: A incansável esquerda

Fragorosamente derrotada nas urnas na eleição do ano passado, a esquerda se nega a conformar-se e solta rugidos frequentes contra o governo de Jair Bolsonaro, contra o ministro Sérgio Moro (que quando juiz mandou o chefão da quadrilha petista para a cadeia), contra a reforma da Previdência Social, contra a aprovação de crédito extra para o governo pagar aposentados e o Bolsa Família.

 

Aliás, contra tudo!


O foco principal é tirar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva da prisão em Curitiba, onde se encontra desde abril do ano passado.

 

E para isso vale tudo, desde as manifestações de rua que a esquerda insiste em dizer que é contra a reforma da Previdência Social, mas que na verdade é uma extensão da campanha derrotada Lula Livre, até a utilização de hackers para invadir celulares de autoridades, principalmente procuradores da operação Lava Jato.

 

O ministro Sérgio Moro também foi alvo de hackers, como denunciou na semana passada.


Depois de frágeis manifestações no mês passado contra cortes de verbas para a educação, a esquerda se movimenta de novo, convocando para novos protestos na próxima sexta-feira.

 

Como sempre, as manifestações acontecem em dias de semana, numa prova de que há muita gente desocupada no PT, PSol, PCdoB, CUT, sindicados, MST, MTST, os grupos aparelhados que vivem para perturbar a ordem.

 

Quem não trabalha tem mais tempo para esse tipo de protesto!


Em meio a tudo isso surgiram as publicações do site (conhecido apenas pela esquerda) The Intercept Brasil, que é comandado pelo jornalista norte-americano Glenn Greenwald, com conversas entre o ex-juiz e ministro Sérgio Moro e o procurador da operação Lava Jato, Deltan Dallagnol na época da condenação do ex-presidente Lula.


Primeiro que se trata de crime o que foi feito pelos hackers e sequer se pode utilizar o material como prova na justiça.

 

Segundo, fica muito evidente que se tratou de uma ação da esquerda, principalmente com PT e PSol, para tentar “melar” os processos contra Lula e para que a defesa possa insistir na libertação do bandido condenado já em segunda instância (e prestes a ter confirmação em terceira instância no STJ) no caso do tríplex do Guarujá e também já condenado em primeira instância no caso do sítio de Atibaia (o caso está em vias de julgamento pelo TRF-4 que poderá confirmar mais esta condenação de Lula).


Ora, com tudo isso, o site The Intercept Brasil acaba caindo na malha da suspeição.

 

Não por acaso, pois o jornalista Glenn Greenwald já apareceu “colado” a Lula em várias oportunidades e também entrevistou o condenado na prisão em Curitiba no dia 21 de maio.

 

A conversa entre os dois não passou de um “palanque” para Lula atacar Bolsonaro e o novo governo, além de tentar reforçar sua inocência.

 

Mas quem é Glenn Greenwald? Ele tem como “marido” o deputado David Miranda (PSOL-RJ) que entrou na vaga deixada por Jean Wyllys, também do PSol e que se auto exilou na Alemanha, alegando que corria risco de vida no Brasil.

 

Por que será?


“Esse Glenn Greenwald é aquele jornalista, militante, correspondente da CNN, que vendeu a tese do golpe contra Dilma para a mídia internacional. Com a renúncia de Jean Wyllys entra sangue novo no Congresso, gozando da simpatia de toda mídia progressista internacional”, já tinha apontado há quatro meses o comentarista Caio Coppola, referindo-se a David Miranda, o “marido” de Greenwald.


Como se pode perceber o plano armado pela esquerda foi desmontado e desmoralizado.

 

Cabe agora à Polícia Federal descobrir quem são os hackers e a ligação com a esquerda que tenta, a todo custo, tirar Lula da cadeia e atrapalhar o governo de Bolsonaro.