Bando é preso após assaltos em residências

Os objetos levados na ação foram vendidos na “Feira do Rolo”

Quatro criminosos – o barbeiro Guilherme Martins Lopes, de 24 anos, o vendedor Marcus Vinícius Zavariza, de 28 anos, o ajudante Matheus Junior Gomes Alves, de 21 anos, e o pintor Wallace de Andrade Cameni, de 30 anos – foram presos por policiais militares acusados de assaltaram duas residências na sexta-feira (16) e no sábado (17) nos bairros Jardim Parati, na zona Sul, e no Jardim Maria Izabel, na zona Leste da cidade.

A prisão ocorreu após o assalto no final da tarde de sábado, por volta das 17 horas.

A vítima R.B., de 59 anos, cortava galhos de árvore em frente a residência na rua Gabriel Lopes Gonçalves quando quatro ocupantes desceram de um veículo Golf e armados com um revólver anunciaram o roubo.

A mulher foi levada para o interior da residência e mantida refém durante a ação criminosa.

Os bandidos vasculharam a casa e roubaram eletrônicos, R$ 1,1 mil em dinheiro, bijuterias e objetos pessoais.

O veículo da vítima – Renault Sandero – foi usado na fuga.

Durante patrulhamento, os policiais militares encontraram o veículo Golf parado em frente à residência na avenida Frediano Giometti, no bairro Teotônio Vilela, na zona Sul.

Cameni está em frente ao imóvel e tentou fugir pulando muro da casa, mas foi detido.

Os outros três comparsas foram encontrados no imóvel.

Em buscas pela casa, os policiais militares recuperaram os produtos levados do roubo e ainda encontraram um revólver calibre 32 com duas munições intactas.

O veículo da vítima foi localizado abandonado na rua João Butareli, no bairro Maria Angélica, na zona Sul da cidade.

O bando ainda confessou aos policiais militares a autoria do assalto a residência na noite de sexta-feira na rua Orfeu Rafael Santine, no Jardim Parati.

Os objetos levados na ação foram vendidos na “Feira do Rolo”, na zona Sul, e os documentos das vítimas queimados.

Os quatro criminosos foram indiciados em flagrante pelo crime de roubo e recolhidos para a penitenciária de Marília.

Em caso de condenação, eles podem pegar uma pena de até dez anos de reclusão em regime fechado.

 

 

Por Matheus Brito/ Fotos: Divulgação