Campanha voluntária acaba em outubro

O voluntariado faz a varredura nos finais de semana em praças, terrenos e beira de rodovia e da linha férrea

A campanha de apoio ao combate da dengue do Sicoe cessa em outubro com aproximadamente 13 mil litros de “lixo” coletados.

 

O voluntariado faz a varredura nos finais de semana em praças, terrenos e beira de rodovia e da linha férrea.

 

O foco é todo material sem utilidade que possa virar um criadouro do mosquito Aedes aegypti.


Os voluntários do Sicoe coletaram todos os recipientes que possam acumular água, como garrafas, potes, tampas de refrigerante, sacos plásticos, entre outros.

 

A ação acontece desde o início do ano e em 2019 bateu recorde em lixo com potencial reciclável que foi jogado em áreas abertas pela população.


“Realizamos a campanha anualmente nos meses mais quentes, mas neste ano decidimos não parar em função da epidemia. Encerramos somente agora com 13 mil litros de inservíveis coletados”, disse o presidente do Sicoe, Cláudio Schlic.


Segundo o presidente, além da continuidade da campanha no inverno, o recorde de coleta tem relação com o mau comportamento da população. “As áreas que percorremos estavam mais sujas”. 


Neste ano a ação foi realizada na zona norte de Marília, entre os bairros Vila Nova, Lavínia, Castelo Branco, Palmital e Santa Antonieta, entre outros em torno. 


Desde 2016, quando a campanha começou a ser feita todos os anos, o Sicoe já contabilizou 20 mil litros de materiais inservíveis retirados das ruas.

 

A iniciativa contribui no combate à dengue porque o mosquito Aedes aegypti, transmissor, se prolifera em água parada, que pode ficar acumulada nesses recipientes ao ar livre.


Uma das frentes do Sicoe é a prevenção. Além de evitar diretamente a proliferação do mosquito, a ação tem a pretensão de ser educativa.

 

De acordo com Schlic, é fundamental a conscientização da população, cuidando de seus espaços e não jogando lixo nas ruas.

 

Por Carolina Godoy