Coluna 2

 

COLUNA 2

 

Reforma

 

O governo encaminhará ao Congresso projeto da reforma administrativa, que deve prever o fim da estabilidade para servidores públicos. Em outra proposta, o Executivo vai propor mudanças na regra de ouro, mecanismo que proíbe o governo de fazer dívidas para pagar despesas correntes, como salários, benefícios de aposentadoria, contas de luz e outros custeios da máquina pública. O acerto foi feito domingo (6) entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), e o presidente Jair Bolsonaro, em um encontro fora da agenda no Palácio da Alvorada.

 

Pente fino

 

O procurador-geral da República, Augusto Aras, pretende colocar em prática uma auditoria interna com a finalidade de passar um pente-fino na gestão da sua antecessora, Raquel Dodge, e abrir a “caixa-preta” da Procuradoria-Geral da República. A ideia é avaliar contratos, licitações, benefícios pagos aos seus integrantes, verbas extras e materiais adquiridos nos últimos dois anos na instituição.

 

Grampos

 

Além disso, ele recebeu de interlocutores a informação sobre a suposta existência de um esquema ilegal de grampos contra procuradores e servidores do órgão. O esquema teria sido criado na gestão de Rodrigo Janot e permanecido ativo na administração Dodge, que deixou o cargo no mês passado. De acordo com fontes na PGR ouvidas pelo Correio, a permanência do sistema de vigilância, mesmo com a mudança de comando no órgão, acendeu o alerta do novo procurador-geral.

 

Renegociação

 

Até sexta-feira (11), cerca de 120 mil clientes da Caixa Econômica Federal em todo o país, com dívidas cobradas na Justiça, poderão renegociar os débitos. O banco promove a Semana Caixa de Conciliação, que facilitará a regularização das dívidas com descontos de até 90% para pagamentos à vista. A ação abrange 71 mil pessoas físicas, das quais um quarto poderá quitar dívidas à vista por menos de R$ 1 mil, e 50 mil pessoas jurídicas, das quais mais de 44% poderão pagar à vista com valores inferiores a R$ 10 mil.

 

Perguntinha

Por que a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social não retira os mendigos que “moram” na Praça Maria Izabel?