Cacau Protásio diz que "Avenida Brasil" foi divisor de águas: "Nunca mais fiz um teste na vida"

Desde a última segunda-feira (7), Cacau voltou a aparecer na TV como Zezé em "Avenida Brasil"

 

"Avenida Brasil" foi um divisor de águas na vida de Cacau Protásio. "Tem a vida antes de Zezé e depois de Zezé", disse a atriz em entrevista ao G1 - Portal de entrenenimento da Globo.

Cacau já havia participado de outras novelas antes da estreia da trama de João Emanuel Carneiro, em 2012, mas sua carreira se transformou quando levou ao ar a animação de Zezé, empregada de Carminha. "Até hoje não fiquei desempregada depois da novela. Nunca mais fiz um teste na vida".

Desde a última segunda-feira (7), Cacau voltou a aparecer na TV como Zezé em "Avenida Brasil", que está sendo reprisada no "Vale a pena ver de novo".

E a atriz comemora com seu habitual bom humor: "Falei para meu marido: Vou ficar mais famosa ainda."

"Amor e ódio"

Cacau descobriu pelas redes sociais que a novela seria reprisada. No início, achou que fosse mentira. Após confirmação, ela relembra o sucesso de sua personagem. Zezé trabalhava para Carminha (Adriana Esteves), a grande vilã da novela.

“A Zezé foi uma personagem engraçada, carismática.

Alegre, feliz, fofoqueira, as pessoas se identificavam, porque todo mundo tem um pouco de Zezé. O público tinha um misto de amor e ódio, porque ela era engraçada, mas também era cria de Carminha”.

“Só Jesus na bicicletinha”

Zezé ficou famosa também por causa de seus bordões como "Quero ver tu me chamar de amendoim", "tiro, porrada e bomba" e "só Jesus na bicicletinha".

E Cacau acredita que eles seguirão fazendo sucesso, mesmo após sete anos da exibição da novela.

“É uma coisa que pode usar sempre. Imagina Jesus na bicicletinha! Acho que são bordões antigos, mas que seguem atuais”.

Os bordões não são exclusividade de Zezé. Cacau costuma inserir frases em outras personagens. E a inspiração para elas está nas ruas

. “Pego sempre de alguém, escuto de comadre, da prima...”

“Sou muito observadora, pego das pessoas, do mundo, que ouço. Esses dias ouvi um cara no mercado falando: ‘Sou muito cara pra ela’.

 Aí fui e já usei no ‘Vai que cola’ com a Terezinha.”