BIOMETRIA: Movimento é baixo na Central de Atendimento ao Eleitor

Mais de 58 mil eleitores ainda não fizeram o cadastramento

 

A Central de Atendimento ao Eleitor de Marília tem baixo movimento de cadastramentos de biometria. Faltando pouco mais de dois meses para o término do prazo para a realização do procedimento, 66,81% do total do eleitorado aderiu ao novo sistema eleitoral de identificação através das digitais.

“O eleitor não deve deixar para a última hora para fazer o cadastramento biométrico. Isso pode ocasionar filas e dificultar o trabalho da Justiça Eleitoral nos últimos dias de realização do procedimento”, disse o técnico judiciário, Marcel Stoco.

Dos 174.975 eleitores de Marília, fizeram o cadastro biométrico 116.916. Ou seja, mais de 58 mil eleitores ainda não compareceram à Central de Atendimento ao Eleitor para fazer a biometria.

Para tentar agilizar os cadastros e atender a maioria dos eleitores da cidade, a Justiça Eleitoral já programou nove plantões de atendimento aos finais de semana e feriados: 19 de outubro; 9, 15 e 30 de novembro; 1º, 7, 8, 14 e 15 de dezembro.

A Justiça Eleitoral enfatiza a importância de o eleitor se adiantar e fazer a biometria com rapidez e tranquilidade. A Central de Atendimento de Marília, instalada no Centro da cidade, conta com 18 kits biométricos e capacidade para atender em média 650 eleitores diariamente, mas opera com parte de sua capacidade ociosa.

O prazo de 19 de dezembro está apertado devido ao universo de eleitores que precisam, ainda, cadastrar as digitais e revisar os dados.

A biometria reforça a segurança na identificação do eleitor ao votar. Nas eleições municipais de 2020, os moradores da cidade já serão identificados pelas digitais.

O eleitor deve ir à Central de Atendimento com documento oficial de identificação original, comprovante de residência recente e o título, caso tenha. A unidade fica na avenida Brasil esquina com a rua Paraná.

Caso não faça o cadastramento biométrico até o próximo dia 19 de dezembro, o eleitor terá o título cancelado pela Justiça Eleitoral. Isso pode impedir o cidadão de tomar posse em concurso público. No caso de servidor público, não será pago o salário.

O eleitor com o título cancelado também não poderá se matricular em estabelecimento de ensino oficial, tirar passaporte, nem CPF, além de não poder obter empréstimo em bancos públicos e perder os benefícios sociais tipo bolsa família, entre outros.